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Prince e a Internet

segunda-feira, 19 de julho de 2010

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Na última semana, o cantor Prince fez o lançamento de seu novo disco, chamado 20Ten, de uma maneira um tanto quanto curiosa, encartando o álbum dentro de jornais britânicos, belgas e da revista Rolling Stone alemã. Além disso, disparou uma metralhadora de críticas aos meios digitais de compartilhamento e venda de música, especialmente o iTunes e o Youtube, afirmando solenemente que a internet está totalmente ultrapassada. Será mesmo que Prince tem razão e o mercado de música digital está fadado ao fracasso?

Sound Branding e Vuvuzelas

quinta-feira, 15 de julho de 2010

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A Copa do Mundo da África do Sul ficou marcada na história como a copa da jabulani, dos erros da arbitragem e, inevitavelmente, do incansável (e até certo ponto desagradável) som das vuvuzelas. Quer você aprove ou não o som dessas cornetas africanas, o que a grande maioria das pessoas não se deu conta é que o som da vuvuzela acabou se tornando um interessante case contemporâneo de Sound Branding.

A influência do Som

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Reprint de um artigo do Guto publicado esse mês na revista Billboard Brasil, sobre a importância do Music Branding em nossa época.

Ian-Johnson

Tendência mundial, o Music Branding tem atraído investimentos de empresas, marcas e instituições dispostas a atingir seus consumidores:

Sound affects: esse é o ponto. O som causa efeito, o som causa diferença, o som atinge emocionalmente, o som influencia. Você já parou para refletir o quanto as pessoas, no mundo moderno, estão expostas todos os dias ao poder do som? E é exatamente confiando nessa capacidade que o som possui de influenciar pessoas que cada vez mais empresas, marcas e instituições apostam no Music Branding como forma de atingir seus consumidores. Através do Music Branding, hoje visto como tendência mundial, torna-se possível associar sons e músicas (e artistas!) a uma determinada marca, conferindo identidade sonora única e individualizando-a perante o público consumidor.

Sobre o Rock

sábado, 24 de abril de 2010

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Little Richards, Beach Boys, Beatles, The Who, Pink Floyd, Sex Pistols, Genesis, Queen, Franz Ferdinand e tantos mais, desde o Rock and Roll cinquentista até o moderno Indie Rock, foram personagens que juntos contribuíram para erguer a aura de rebeldia-sonora-contestadora que tornou o Rock um frenesi mundial. Mas o que teria de tão sui-generis no Rock, que levaria esse estilo a se destacar diante de todas as outras propostas musicais nos últimos sessenta anos? Na verdade, o Rock foi o primeiro gênero musical relevante na história da música a ser composto e executado por jovens, buscando um público ouvinte igualmente jovem. Além disso, o Rock foi gerado a partir de uma concepção musical (música + estética + atitude) de caráter marcadamente anti-academia. Imagine o uso de uma partitura num show de rock? Impensável. No palco, vale mais a atitude do executante do que a própria execução do músico no seu instrumento. É o principio KISS – keep it simple, stupid!. E funciona.

How Much Do Music Artists Earn Online?

sábado, 17 de abril de 2010

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Na esteira do recentemente promulgado “Digital Economy Act”, uma lei inglesa de combate à pirataria online, o site Information is Beautiful publicou um estudo sobre a realidade de arrecadação de direito autorais em meio aos novos tempos de música digital, após a queda das gravadoras na virada do século. A conclusão alcançada por esse estudo afirma que o meio mais vantajoso para os artistas arrecadarem mais dinheiro é a prensagem independente de seus próprios discos e a posterior venda do CD nos shows. Essa forma de distribuição pessoal seria, segundo a pesquisa, muito mais lucrativa para o artista (especialmente para o pequeno artista), se comparada à tradicional distribuição de música por gravadoras ou às novas formas de licenciamento de música digital, em mecanismos como rhapsody ou last.fm.

Go-Music!

sábado, 10 de abril de 2010

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Já pararam para pensar sobre a quantidade de informações sonoras que nossos ouvidos são submetidos todos os dias? E não me refiro apenas aos sons e ruídos próprios existentes em uma cidade moderna, mas também à quantidade de músicas que escutamos durante todo o dia, muitas vezes de forma inconsciente, emanados de telefone celulares, rádios, internet, televisão… No passado, ter acesso à música era – vejam só – um enorme luxo, prazer que podia ser desfrutado apenas pelos muito ricos e nobres. Imagine um camponês na Idade Média, quantas vezes na vida ele teve a oportunidade de se deleitar assistindo alguém tocando música pra ele??? Provavelmente uma pessoa comum hoje é capaz de ouvir mais músicas em uma semana que esse camponês em toda sua vida.

Curiosidades Sonoras (AKA Você sabia?)

domingo, 14 de março de 2010

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- Johann Sebastian Bach, o mais universal e cosmopolita de todos os músicos da cultura ocidental, foi na verdade uma figura muito provinciana: em toda sua vida, nunca saiu de um círculo geográfico de 80 km(!).
- A ópera Tristão e Isolda, maior obra de Wagner, foi criada na Suíça em 1858, com financiamento do imperador D. Pedro II. O desejo de Wagner era fazer a premiére da ópera no Brasil, em homenagem ao mecenas brasileiro.
- Segundo levantamento da BMI (Broadcasting Music Inc), Garota de Ipanema, de Tom Jobim, está entre as cinco músicas mais executadas em todo o planeta.
- E por falar em Tom, o maestro faleceu em 8 de dezembro de 1994, mesmo dia do assassinato de John Lennon, 14 anos antes.

Você se lembra do Napster?

sexta-feira, 5 de março de 2010

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Hoje faz exatamente 9 anos (5 de março de 2001) que a corte norte-americana de apelações proibiu a circulação de conteúdos protegidos por direitos autorais dentro do Napster. Essa ordem judicial iria inevitavelmente causar, poucos meses depois, o completo desligamento da rede Napster. Apesar de efêmeros dois anos de funcionamento, o impacto do Napster no mundo da música foi devastador – não somente nos números do mercado fonográfico propriamente dito, mas também na forma com que as pessoas passaram a se relacionar (e buscar) suas músicas prediletas. Sem entrar no mérito jurídico, o fato é que, na virada do século, poucos assuntos eram capazes de polarizar tão fortemente a opinião pública quanto a ilegalidade ou não do Napster.

Experiência sonora… no Espaço???

domingo, 14 de fevereiro de 2010

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É bem sabido que o som, para poder ser ouvido, necessita de algum tipo de meio de propagação (por exemplo o ar, a água, ou algum material como metal ou concreto). Assim, no espaço sideral, ninguém pode escutar uma pessoa gritar, já que o som não consegue se propagar no vácuo. Contudo, o fato de você não escutar nada (devido à ausência de um meio de propagação) não significa que o universo esteja em completo silêncio. Muito pelo contrário, a moderna teoria científica sobre o Big Bang afirma inclusive que o som existiu no universo antes mesmo que a luz!

Uma breve história do CD (ou por que o CD ficou obsoleto?)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

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Ao longo da história, algumas invenções se tornaram tão presentes na vida cotidiana que foram capazes de alçar seus inventores à categoria dos grandes gênios da humanidade, como ocorreu, por exemplo, com Graham Bell, Santos Dumont ou os irmãos Lumière. O CD foi inventado por James T. Russel*, mas seu inventor não ganhou fama, dinheiro ou reconhecimento com isso. Por que será que as pessoas, que compraram e guardaram centenas e centenas de CDs em suas casas, não se lembram de Russel como um “Thomas Edison da era digital”? Talvez justamente porque o CD, perto de alcançar 30 anos de lançamento, se mostra cada vez mais obsoleto ante às necessidades do mundo moderno.